Tempestade Magnética.









Inicio da maior Tempestade Magnética Solar dos últimos 5 anos.





Segundo comunicado emitido pelo Laboratório de Astronomia do Instituto Russo de Física, na madrugada do dia 18 de Fevereiro de 2011 iniciou-se a maior Tempestade Magnética Solar ocorrida nos últimos 5 anos.



O satélite americano ACE, que está entre o Sol e a Terra a mais de um milhão de quilometros de distancia da Terra, informou as 1:00 da madrugada do dia 18 de Fevereiro um primeiro contato com as nuvens do plasma gerado por uma erupção solar no dia 15 De Fevereiro.



"Sua velocidade tende a diminuir de forma gradual ao mesmo tempo em que aumenta a concetração exterior do plasma, uma prova de que as massas que se aproximam da Terra são formadas por materiais mais densos e menos velozes", assinala o comunicado emitido pelo laboratório. Uma série de oscilações drásticas na densidade do plasma demonstram que ele possui uma estrutura bastante complexa em que se alternam com seções mais espessas com outras menos densas, diz a declaração.



Dizem os especialistas que as 10:00 hr da manhã do dia 18 de fevereiro os distúrbios do campo magnético subiram para o nível de Kp=5, considerado o nível mínimo a partir do qual tais distúrbios são classificados como uma Tempestade Magnética e que nas próximas horas este nível poderia aumentar para Kp=6, podendo chegar a Kp=7.



Uma Tempestade Magnética de nível Kp=6 é considerada "moderada " e geralmente dura entre 10 e 24 horas. O fenômeno mais recente de tal magnitude ocorreu na Terra na noite de 4 para 5 de Fevereiro deste ano.



Desde o ano 2000 foram registrados na Terra doze Tempestades Magnéticas de nível máximo que são capazes de bloquear as comunicações de rádio e sistemas de energia e gerar auroras visível mesmo nas regiões equatoriais. A última vez foi em 11 de setembro de 2005.



As explosões solares detectadas na madrugada de terça-feira por satélites geoestacionários GOES foi o primeiro da classe X, indicando o início de um novo ciclo solar. A erupção anterior desta magnitude havia ocorrido em dezembro de 2006.



Há cinco categorias de erupções solares de acordo com sua intensidade: A, B, C, F e X. A.0.0. A menor é equivalente a uma radiação nanowatts 10 por metro quadrado em órbita da Terra é dez vezes maior no valor seguinte de cada classe.





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