Lugares únicos no mundo

Existem alguns lugares ímpares neste planeta que pela beleza da natureza em volta ou pela natureza da sua formação representam um legado da história deste Planeta que teimamos tanto em agredi-lo irresponsavelmente em nome do progresso, do desenvolvimento e do bem estar social da civilização humana.

  1. Darvaza - A porta do inferno
  2. Darvaza é um pequeno vilarejo de 350 habitantes, localizado no deserto de Kara-Kum na República do Turquemenistão, um pequeno país localizado entre o Irã e o Uzubesquistão, aonde no ano de 1971 uma equipe de Geólogos Russos, que estava realizando perfurações em busca de petróleo e gás e perfuraram uma imensa caverna subterrânea que causou um enorme desabamento, abrindo uma cratera de 70 m de diâmetro que engoliu todos os seus equipamentos bem como o acampamento utilizado por eles. Com receio de que o gás que jorrava dali poderia ser tóxico decidiram então "queimar" o gás na esperança de que o reservatório se esgotasse em pouco tempo. Um "pequeno erro de cálculo" pois já se passaram mais de 40 anos e a cratera continua ardendo.
    10 Wallpapers de Darvaza
  3. O Monte Roraima
  4. Descoberto em 1596 pelo explorador inglês Sir Walter Raleigh, com seus 2.810 m de altura a sua formação geológica remonta a mais de 1,8 bilhões de anos atrás (Era Pré-Cambriana), ou seja, confunde-se com a própria formação do nosso planeta, e a sua imponência e beleza fazem parte de um conjunto de belezas naturais localizados na região que os nativos denominam de a "Grande Savana". O monte ganhou fama internacional no ano de 1912 quando Sir Arthur Conan Doyle, mais conhecido pelas aventuras de Sherlock Holmes, escreveu o livro "The Lost World" (O Mundo Perdido). O acesso "mais suave" rumo ao topo do monte é feito pelo lado Venezuelano através do povoado de Paraitepui e uma caminhada de ida e volta ao seu topo consome em média 5 dias. O acesso pelo lado brasileiro somente é possível escalando-se os imensos paredões rochosos da montanha. Cartão-postal do Estado, o Monte Roraima é marco da tríplice fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. Lendas locais afirmam que a montanha de quase dois bilhões de anos e de 2.810 metros de altura é a morada de um ancestral guerreiro dos índios de origem Karib, concebido por algumas etnias como um deus da natureza: o Makunaima. Resultado da fusão de maku (mau) e o sufixo aumentativo ima (grande), seu nome significa grande mau. Contam os nativos que, quando contrariado, o bravo Makunaima enviava, lá do alto do Monte Roraima, raios, trovões e tempestades, castigando ferozmente as tribos ao aniquilar suas terras e colheitas com os “grandes males” vindos da montanha. Volta e meia, Makunaima se transformava em onça para ver o que estava acontecendo em seu reino, que se estendia até o Rio Orinoco, na Venezuela. Numa dessas vezes, constatou que seu território estava sendo invadido. Ficou possesso e convocou seus guerreiros. Lutaram, lutaram e venceram a guerra, exterminando todos os intrusos. Extremamente ferido e cansado, Makunaima rumou para o Monte Roraima. Lá chegando, adormeceu. Ali permanece dormindo até agora, mas a qualquer momento pode despertar. Se o que encontrar em seu reino não lhe agradar, nós, os humanos, sentiremos toda a força do mal que habita a montanha. Mas essas não são as únicas lendas que envolvem este personagem mítico. Em Roraima, há uma versão bem popular e que teria sido uma das fontes de inspiração para o escritor Mário de Andrade, no romance modernista Macunaíma, lançado em 1928. Segundo essa narrativa, o Sol era apaixonado pela Lua, mas nunca se encontravam. Quando o Sol ia se pondo, era hora de a Lua começar a nascer. Assim viveram por milhões e milhões de anos. Certo dia, o Sol se atrasou um pouco (eclipse) e finalmente o encontro aconteceu. Seus raios dourados refletiram, juntamente com os raios prateados da Lua, em um lago de águas cristalinas da enorme montanha que repousa no meio dos imensos campos de Roraima. Nesse encontro, Macunaíma foi fecundado. Curumim esperto, teve como berço o Monte Roraima. Cresceu forte e tornou-se um índio guerreiro. Os índios macuxi o proclamaram herói de sua tribo. 38 Wallpapers do Monte Roraima
  5. Socotra - Surrealismo Natural
  6. Descrita como a paisagem mais alienígena da face da terra, Socotra é um pequeno arquipélago no Oceano Índico mais extamente no Mar da Arábia, a cerca de 230 km a leste da costa da Somália, composto de 4 ilhas e pertencente ao Iemen do Sul que com suas árvores estranhas, suas aves e suas praias sem hotéis ou turistas, passa a maior parte do ano isolada do resto do mundo. O grande isolamento geológico do arquipélago, o intenso calor e a falta de água contribuiram para a formação de uma interessante flora endêmica (sem semelança em outra parte do planeta) muito vulnerável às mudanças, pelo menos 1/3 das 800 variedades de plantas que existem em Socotra são endêmicas. Botânicos classificam a flora de Socotra entre as dez mais ameaçadas de extinção no mundo. Uma das mais exótica planta de Socotra é a Cinnabari Dracaena Socotra, um guarda-chuva de aparência estranha em forma de árvore, mais conhecida como "Sangue de Dragão", cuja seiva avermelhada era muito disputada na antiguidade para ser usada na medicina ou na tinturaria. Com todos os méritos hoje em dia é considerada um Patrimônio da Humanidade. A vida neste Paraíso perdido no Oceano Indico
    Surrealismo Natural

    Hadibo - a capital

    Sangue de Dragão



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